A formação do consórcio para compra de vacinas contra a Covid ocorre em meio ao aumento dos casos de Covid-19 no Brasil.
A Prefeitura de Varginha está estudando se vai aderir ao consórcio para compra de vacinas contra a Covid-19. Na segunda-feira, 1, o prefeito Vérdi Lúcio Melo participou de uma reunião remota, que foi aberta com a participação de mais de 1.000 prefeitos.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a adesão ainda está em estudo e outras reuniões acontecerão até a decisão final. Caso a Prefeitura de Varginha resolva aderir, terá 15 dias para aprovar um projeto de lei nas Câmaras municipais que autorizam a adesão ao consórcio público.
O movimento liderado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) deu prazo até sexta-feira (5) para que os municípios façam a adesão. A formação do consórcio ocorre em meio ao aumento dos casos de Covid-19 no Brasil
A previsão é que a associação seja constituída, legalmente, até 22 de março para, depois disso, possa atuar na aquisição de imunizantes. Somente após a constituição legal, com a criação de um CNPJ e a escolha de diretoria, o consórcio estaria apto a fazer a compra de vacinas.
A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) reúne as 412 cidades com mais de 80 mil habitantes, mas qualquer município poderá aderir ao consórcio público para aquisição de vacinas.
De acordo com o presidente da FNP, Jonas Donizette, a primeira opção do consórcio é a utilização de recursos do governo federal para compra de vacinas, mas transferências de recursos por organismos internacionais, participação da iniciativa privada ou mesmo a compra via cota dos municípios serão discutidas.
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