
O tratamento contra o câncer é coberto pelo SUS, mas a jovem e a família precisam arcar com outros custos médicos e despesas do dia a dia, por isso pedem ajuda.
Regiane Aparecida Reis tem apenas 25 anos, mas tem travado uma batalha contra um câncer linfoma não-Hodgkin tipo B. Ele é o tipo mais agressivo e está em estado avançado, comprometendo várias partes do corpo, incluindo medula óssea.

Ela mora em Coqueiral com mãe, que é viúva e no momento está desempregada, recebendo apenas pensão. Mas ela passa boa parte dos dias em Varginha, onde faz tratamento no Centro de Oncologia do Hospital Bom Pastor, pelo SUS. Por conta do tratamento, Regiane não consegue trabalhar.
Em dois meses a jovem passou por inúmeros procedimentos, deixando a sua saúde debilitada. Ela acaba ficando suscetível a doenças oportunistas, como uma inflamação ocular chamada neurite óptica, que causa dor e perda de visão temporária.
O tratamento do SUS não cobre outros médicos especialistas, essenciais para complementar o tratamento. A família precisou pagar consulta particular, por exemplo, para o oftalmologista que diagnosticou a inflamação nos olhos.
Além disso, a jovem atualmente faz acompanhamento com neurologista e psiquiatra, todos pagos pela família.
Aí a conta não fecha: além das consultas, exames e remédios, a jovem precisa de suplementos alimentares e demais suprimentos para garantir uma melhor qualidade de vida. “São muitas coisas que ela precisa para o dia a dia que precisamos comprar e pagar, por isso pedimos ajuda”, explica a irmã, Gislaine de Fátima Reis.
Por isso a família e os amigos iniciaram uma campanha de arrecadação em prol de Regiane. Quem quiser e puder ajudar a jovem pode fazer uma contribuição, de qualquer valor, para a chave PIX abaixo:
Pix: [email protected]
Responsável Gislaine de Fátima Reis
Coqueiral/MG
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