Veja como tratar cicatrizes queloides e hipertróficas

Cicatriz hipertrófica.

Tanto a cicatriz queloide quanto a cicatriz hipertrófica pode aparecer por causa da genética ou pela presença de infecção no processo cicatricial. 

As cicatrizes são sinais visíveis que permanecem após uma ferida ou após algum tipo de cirurgia. Nessa coluna vamos abordar dois tipos de cicatrizes, que são bem confundidas entre as pessoas pela semelhança que há entre elas.

Os Queloides são cicatrizes que ultrapassam o limite do corte. Ou seja, atinge tecidos ao redor que não foram cortados. Estes tipos de cicatrizes são grossos, altos, doloridos e muitas das vezes vem acompanhadas de coceiras.

Cicatriz queloide.

Podem ser rosadas, avermelhadas ou escuras. São comuns em pessoas que possuem peles grossas por conta do excesso de colágeno, em negros e asiáticos.

São mais difíceis de acontecer em peles muito finas. As regiões mais comum são orelhas, colo/peito, ombros e costas.

As cicatrizes hipertróficas são bastante confundidas com o queloide, pois também são grossas, doloridas e que podem coçar. Mas ao contrário do queloide, não ultrapassa o limite do corte e com o tempo pode diminuir de tamanho, enquanto a cicatriz queloide não diminui.

Causas

Tanto a cicatriz queloide quanto a cicatriz hipertrófica pode aparecer por causa da genética ou pela presença de infecção no processo cicatricial. 

Isso explica o fato de algumas pessoas terem tanto cicatrizes normais, hipertróficas ou queloides no corpo.

Por exemplo, uma mulher pode ter na cesária uma cicatriz normal e no furo de uma orelha ter uma cicatriz queloide. Isso acontece pelo simples fato do brinco estar contaminado na hora da aplicação.  

É muito importante não cocar qualquer cicatriz, pois ela tende a crescer mais, o ideal é respeitar o seu tempo de cicatrização.

Tratamentos

– Aplicação de géis de silicone, como o Kelo-cote ou Cicatricure. Eles vão agir hidratando a cicatriz e protegendo a para não coçar. Aplicar e massagear.

– Placas de silicone. Elas vão proteger a cicatriz e manter hidratada fazendo com que ela não fique tensa.

– Malha de compressão. Vai pressionar a cicatriz e manter como se fosse massageada constantemente.

– Cirurgia plástica e aplicação de corticoides. Não indicado apenas a retirada da cicatriz, pois risco dela voltar é muito grande. Por isso a importância de técnicas combinadas como a aplicação dos corticoides.

– Cirurgia plástica e aplicação de radioterapia. A mesma Radioterapia usada para o tratamento de câncer. A radioterapia vai agir inibindo aquelas células que estão produzindo colágeno em excesso.

Apenas um tratamento isolado pode não resolver o problema, por isso é muito importante procurar orientação de um profissional capacitado.

Gostou das informações?

Então acompanhe com a esteticista Leticia Vinhas e a Hair Style Valéria Lima, do Ateliê da Beleza, tudo sobre o mundo da beleza e de tratamentos estéticos no Beleza Digital. A coluna vai ao ar sempre aos sábados.

Leticia Vinhas – Esteticista

Leticia Gabriela Aparecida Vinhas
Esteticista no Ateliê da Beleza, em Varginha. Graduada no Curso Superior de Tecnologia em Estética e Cosmética pelo Unis – Centro Universitário do Sul de Minas.  Especialista em Estética Facial e Corporal.

 


 

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