
A denúncia, publicada no Varginha Digital, cita de irregularidades que vem acontecendo no reservatório e entorno da PCH Boa Vista 2, localizada no rio Verde em Varginha.
No dia 31 de maio o Varginha Digital publicou uma denúncia, feita pelo Coletivo Rio Verde VIVO, sobre de irregularidades que vem acontecendo no reservatório e entorno da PCH Boa Vista 2, localizada no rio Verde em Varginha.
A denúncia afirmava, entre outras questões, que no acesso ao emissário da ETE São José da COPASA, que descarta resíduo abaixo da barragem, o portão de segurança tinha sido rompido, as cercas de proteção foram furtadas e há animais como cavalos mantidos naquela região.
Também que a pescaria também acontece no braço onde deságua o ribeirão São José, onde diversos curimbas vem sendo fisgados de maneira irregular e levados em grande quantidades por pescadores ilegais. A noite, eles usam canoas par chegar até o braço oposto ao da ETE São José, e colocam redes com o auxílio de lanternas.
Na ocasião a equipe do Varginha Digital entrou em contato com a assessoria de imprensa da Copasa e não teve retorno até a publicação da matéria. Nesta segunda-feira, 6 de junho, a Copasa enviou o posicionamento, veja abaixo na íntegra:
“Em resposta a matéria divulgada no site Varginha Digital “Coletivo Rio Verde VIVO denuncia irregularidades no reservatório e no entorno da PCH Boa Vista 2”, a Copasa informa que:
O ponto de acesso às margens do rio Verde está em uma área particular. Sendo assim, sua manutenção e segurança não são de responsabilidade da companhia”.
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