Menina
Ágatha Valentina já está em casa, mas precisa de ajuda para cuidados médicos.
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O acidente com a cobra aconteceu no dia 11 de dezembro. A pequena Ágatha ficou 17 dias internada no Hospital Alzira Velano.

A pequena Ágatha Valentina Soraes Assis Gomes, de 5 anos, que foi picada por uma cobra no sábado, 11 de dezembro, e após 17 dias internada no Hospital Alzira Velano, teve alta e voltou para casa em Varginha. Agora ela se recupera com a família e inicia um novo processo, que inclui curativos e remédios.

E esse cuidado em casa tem um custo muito alto para a família. Por isso uma campanha de arrecadação foi criada para suprir as necessidades médicas da pequena. “Toda ajuda é bem-vinda. Eu e meu marido estamos desempregados”, explica a mãe da menina, Rafaela.

Quem quiser e puder ajudar pode doar via Pix:

Chave PIX CPF: 09025964621
Nome: Rafaela Fernanda Soares Assis.

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Entenda o que aconteceu

Após uma confraternização na casa da avó, no início da noite, uma cobra estava escondida embaixo de uma escada e acabou picando Ágatha no pé.

A família levou a menina para a Unidade de Pronto Atendimento – UPA, onde ela recebeu o soro antiofídico, mas ela teve reação alérgica e o pé ficou muito inchado e necrosado. A menina precisou ser transferida para a UTI do Hospital Alzira Velano, com risco de precisar amputar o pé.

Depois de 17 dias internada, felizmente ela se recuperou bem e não precisou amputar o pé e agora precisa de cuidados médicos em casa.

O que fazer em caso de acidentes com cobras

Em caso de acidente envolvendo picadas de cobras, é fundamental manter a calma e realizar os primeiros socorros. A pessoa que levou a picada deve permanecer em repouso, hidratar-se e manter o local do ferimento elevado. A vítima precisa ser levada ao hospital de referência para o tratamento de acidentes ofídicos mais próximo. É importante que a pessoa seja atendida no menor tempo possível, isso é determinante para o sucesso no atendimento. 

Apesar do soro antiofídico ser específico para cada um dos quatro grupos de serpentes, não há necessidade e nem se recomenda tentar capturar o animal, bastando ter apenas uma foto da serpente. A partir dos sintomas apresentados, um médico treinado reconhecerá o tipo de acidente e administrará, se for necessário, o soro correto.

É importante lembrar que não se deve cortar, furar ou amarrar o local da picada com garrotes ou torniquetes. Essas medidas só agravam a situação, muitas vezes tornando um acidente leve em um difícil tratamento.

Soro Antiofídico

No Brasil os soros antipeçonhentos são produzidos pelo Instituto Butantan (São Paulo), Fundação Ezequiel Dias (Minas Gerais) e Instituto Vital Brazil (Rio de Janeiro).

Dependendo do tipo de cobra que causou o acidente, existe um tipo de soro – afinal, são muitas espécies de cobras. Porém, o processo de produção de cada soro é o mesmo, e a efetividade do produto também.

Toda a produção é comprada pelo Ministério da Saúde, que distribui para todo o país por meio das Secretarias de Estado de Saúde.


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