Felipe Silveira e Mateus Megda tocam nesta sexta no Festival Vento Sul

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Duo viola caipira e percussão num fim de tarde na fazenda com Felipe Silveira e Mateus Megda no Festival Vento Sul desta sexta-feira.

Nesta sexta, dia 4 de junho, às 20h, quem se apresenta na 1ª edição do Festival Vento Sul, são os músicos alfenenses Felipe Silveira (viola caipira) e Mateus Megda (bateria e percussões). O show acontecerá num final de tarde na aconchegante fazenda São Judas Tadeu, na zona rural de Alfenas.

Felipe e Mateus gravando na fazenda para o festival Vento Sul

Como tem acontecido desde o início do projeto, todos os shows do Festival Vento Sul são online e respeitando todos os protocolos de prevenção à pandemia do Covid-19. Para assistir ao espetáculo, basta acessar o perfil da RB Produções no Instagram (@rbproducoesvga) ou diretamente seguir diretamente para o link do show: https://youtu.be/RXFLGfBkxEs

Felipe Silveira nos informou que o repertório foi bem selecionado com releituras e homenagens a grandes referências musicais brasileiras como Índio cachoeira, Almir Sater, Tião Carreiro, Ivan Vilela, dentre outros. “Acima de tudo queremos valorizar a presença da viola caipira e suas percussões na cultura popular, abordando a inclusão do instrumento em novas concepções e comportamentos relacionados a prática, dialogando com a tradição caipira, e as novas formas estilísticas contemporâneas”, conclui Felipe.

Já o percussionista Mateus Megda comentou que o Festival Vento Sul está proporcionando para a cultura Sul Mineira a possibilidade de colocar no cenário musical artistas emergentes locais para difundirem seus trabalhos. “Diante deste cenário pelo qual passamos o festival vem como incentivo para classe artística e ressignifica a arte de modo geral. Que o Vento Sul sirva de exemplo para novas produções da área cultural, tão carente na nossa região”, conclui Mateus.

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O QUE MAIS VEM POR AÍ?

Depois de 6 shows realizados (desde o dia 28 de maio), a produção do Festival Vento Sul celebra as mais de mil visualizações e a alta adesão do público. “Os shows virtuais tiveram um grande boom no começo da pandemia, mas aos poucos a audiência foi caindo. São muitas produções ao mesmo tempo, né?”, comenta o maestro Rosildo Beltrão. “Então, conseguirmos a atenção e o amplo envolvimento do público tem sido maravilhoso. Raphael Wagner, Lorenzo, Raimundo Andrade e Grilo à Paisana já vieram aos poucos e tem sido maravilhoso percebermos o quão importante têm sido essa iniciativa.”, conclui.

Deborah Beltrão, uma das realizadoras do Festival, também comemora bastante o início das atividades. “Primeiro veio Raphael, no quarto de casa. Que guitarra potente! Lorenzo gravou numa pista de skate inusitada, com o seu piano aberto, e Raimundo Andrade trouxe doces memórias na beira do fogão à lenha. O Grilo à Paisana arrebentou ontem à noite e Homil Jr. trouxe belíssimas releituras da MPB”, comenta. “Agora chegou a nossa vez, né? As mulheres estão vindo com tudo e ainda tem muita coisa legal pela frente. Estou com muita expectativa não apenas com a Nita, mas também com Valentina, Estephanie e o espetáculo Melancólicas! Não tenho dúvidas de que o coração vai ficar quentinho nestas noites tão frias de quase inverno”, conclui. 

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO 1º FESTIVAL VENTO SUL

Todos os shows serão às 20h

  1. 27/mai (quinta): Raphael Wagner
    Guitar live show. Solos autorais e a guitarra vai literalmente “cantar”.
  2. 28/mai (sexta): Lorenzo
    “Vem Me Encontrar no Pôr do Sol”, o primeiro show da nova fase de sua carreira.
  3.  31/mai (segunda): Homil Jr.
    Canções cantadas e instrumentais com releituras de famosos e autorais. Participação especial de Geraldo Aureliano no sax.
  4. 1/jun (terça): Raimundo Andrade
    Show autoral “Sol Vermelho”, inédito e direto de uma cozinha caipira no sítio Coleirinho.
  5. 2/jun (quarta): Grilo à Paisana
    Novo show “gRiLo21”, com aquele rock autoral característico e em português quebrando tudo na pandemia.
  6. 3/jun (quinta): Nita Rodrigues
    Releituras acústicas do rock clássico, folk, blues e country.
  7. 4/jun (sexta): Felipe Silveira e Mateus Megda
    Cultura caipira e temas contemporâneos, com viola e percussão harmonizando um fim de tarde na roça.
  8. 7/jun (segunda): Jota JJ
    Show inédito “Sambinha do JJ”, com canções inéditas e releituras de grandes clássicos.
  9. 8/jun (terça): Claudio Joth Power Trio
    Releituras de MPB e Pop Nacional, com a participação de The Fabricio na bateria e Breno Rocha no baixo.
  10. 9/jun (quarta): Alexandre Braga e Celso Faria
    Duo Braga-Faria: reinventando o repertório brasileiro de flauta e violão
  11. 10/jun (quinta): Estephanie Nascimento
    No show “Música de preto”, releituras de Soul, Jazz, RnB, Hip Hop, Rap, Samba e Reggae.
  12. 11/jun (sexta): Roda de Samba Império da Serrinha
    Novo show inédito: “Tributo aos 100 anos de Dona Ivone Lara”.
  13. 14/jun (segunda): Melancólicas (Tiago Branco, Rachel Mitidiere e Sabrina Biê)
    Um espetáculo Dodecafona!, com canções e poesias autorais.
  14. 15/jun (terça): Valentina Mangiapelo
    Show inédito “Bilhetes de amor em ventos de afeto”.
1º Festival Vento Sul

O FESTIVAL

Com o objetivo de movimentar e gerar renda para a cadeia produtiva da música – uma das mais prejudicadas pela pandemia ocasionada pelo Covid-19 -, além de divulgar a produção artística de Varginha e região para um grande público por meio da internet, o festival recebeu mais de 60 inscrições e selecionou 14 shows virtuais de artistas da cidade e de municípios circunvizinhos no sul de Minas. Cada selecionado receberá um cachê de R$ 2 mil.

Segundo Rosildo Beltrão, idealizador e diretor artístico do festival, a 1ª edição do Vento Sul movimentou uma parcela bem representativa dos artistas e compositores do sul de Minas. Foram mais de 60 grupos inscritos, e juntos dos 14 selecionados certamente dezenas de profissionais estão sendo beneficiados como os cantores e solistas, músicos acompanhantes, produtores, técnicos de estúdio, de som, de luz, de vídeo, além das diversas locações de estúdios de toda região. É muito gratificante ajudar e movimentar a classe artística que há mais de ano teve praticamente todas as atividades interrompidas nesta trágica pandemia que não acaba nunca.

Empolgado com a 1ª edição do Festival, que conta com o apoio cultural da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais, Rosildo conclui: “e vem mais por aí. Em breve, também lançaremos a 1ª edição do Festival Atravessa. Será um pouco diferente e com uma programação mais robusta, com aproximadamente 30 shows e excelentes condições técnica para as apresentações. Com estes dois projetos, beneficiaremos mais de 100 profissionais de toda a região nesse momento tão delicado. É um alento poder dar a nossa parcela de contribuição para que a música não morra.”

SERVIÇO

Divulgação dos links de exibições  do festival: Instagram (@rbproducoesvga), diretamente pelo linktr.ee/rbproducoes ou nas páginas dos artistas e bandas participantes.
E-mail (canal de dúvidas): [email protected]
Realização: RB Produções & Eventos
Produção: Através – Gestão Cultural
Apoio cultural: Lei Aldir Blanc (Minas Gerais)

# festival vento sul # Nita Rodrigues


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