Festival Vento Sul traz nesta terça-feira (8) Claudio Joth Power Trio

Claudio Joth Power Trio Festival Vento Sul
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Festival Vento Sul traz hoje Claudio Joth Power Trio com releituras de MPB e Pop Nacional.

Nesta terça, dia 08 de junho, às20h, quem se apresenta na 1ª edição do Festival Vento Sul é o cantor Claudio Joth e Power Trio, de Três Corações. Com a participação de The Fabricio na bateria e Breno Rocha no baixo, o show trará o melhor do pop nacional e da MPB.

Como tem acontecido desde o início do projeto, todos os shows do Festival Vento Sul são online e respeitando os protocolos de prevenção à pandemia do Covid-19. Para assistir ao espetáculo, basta acessar o perfil da RB Produções no Instagram (@rbproducoesvga) ou seguir diretamente para o link do show: youtube.com/watch?v=Pys1K2y0Akw

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Claudio Joth comentou um pouco sobre o repertório e o show: “comecei na música ainda nos anos 80 e, desde então, participei – como cantor e vocalista – de inúmeras bandas. Atravessei afundo toda a história recente da MPB e do Pop, o que me traz uma dificuldade enorme de fechar o repertório e escolher as melhores releituras. Mas não tenho dúvidas que o público vai adorar algumas das inesquecíveis baladas que traremos aos palcos do Vento Sul”. Já “The” Fabricio, baterista e técnico da gravação, comentou que o show será inédito, gravado e editado em multipista simultâneo em seu estúdio, com formação tradicional de power trio: violão, baixo e bateria. “Um festival como o Vento Sul merece toda a nossa atenção. Temos acompanhado as primeiras lives e ficamos admirados com o nível e o bom gosto dos participantes. Os organizadores estão de parabéns pela oportuna e criativa ideia deste bonito Vento Sul”, conclui.

Claudio Joth, é cantor, compositor e violonista.  Breno Rocha é violonista, baixista e arranjador. Fabricio, conhecido como “The” Fabrício, é baterista e técnico de som. O power trio é natural de Varginha e, atualmente, Claudio Joth vive na vizinha Três Corações.

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO 1º FESTIVAL VENTO SUL

Todos os shows serão às 20h

  1. 27/mai (quinta): Raphael Wagner
    Guitar live show. Solos autorais e a guitarra vai literalmente “cantar”.
  2. 28/mai (sexta): Lorenzo
    “Vem Me Encontrar no Pôr do Sol”, o primeiro show da nova fase de sua carreira.
  3.  31/mai (segunda): Homil Jr.
    Canções cantadas e instrumentais com releituras de famosos e autorais. Participação especial de Geraldo Aureliano no sax.
  4. 1/jun (terça): Raimundo Andrade
    Show autoral “Sol Vermelho”, inédito e direto de uma cozinha caipira no sítio Coleirinho.
  5. 2/jun (quarta): Grilo à Paisana
    Novo show “gRiLo21”, com aquele rock autoral característico e em português quebrando tudo na pandemia.
  6. 3/jun (quinta): Nita Rodrigues
    Releituras acústicas do rock clássico, folk, blues e country.
  7. 4/jun (sexta): Felipe Silveira e Mateus Megda
    Cultura caipira e temas contemporâneos, com viola e percussão harmonizando um fim de tarde na roça.
  8. 7/jun (segunda): Jota JJ
    Show inédito “Sambinha do JJ”, com canções inéditas e releituras de grandes clássicos.
  9. 8/jun (terça): Claudio Joth Power Trio
    Releituras de MPB e Pop Nacional, com a participação de The Fabricio na bateria e Breno Rocha no baixo.
  10. 9/jun (quarta): Alexandre Braga e Celso Faria
    Duo Braga-Faria: reinventando o repertório brasileiro de flauta e violão
  11. 10/jun (quinta): Estephanie Nascimento
    No show “Música de preto”, releituras de Soul, Jazz, RnB, Hip Hop, Rap, Samba e Reggae.
  12. 11/jun (sexta): Roda de Samba Império da Serrinha
    Novo show inédito: “Tributo aos 100 anos de Dona Ivone Lara”.
  13. 14/jun (segunda): Melancólicas (Tiago Branco, Rachel Mitidiere e Sabrina Biê)
    Um espetáculo Dodecafona!, com canções e poesias autorais.
  14. 15/jun (terça): Valentina Mangiapelo
    Show inédito “Bilhetes de amor em ventos de afeto”.
1º Festival Vento Sul

O FESTIVAL

Com o objetivo de movimentar e gerar renda para a cadeia produtiva da música – uma das mais prejudicadas pela pandemia ocasionada pelo Covid-19 -, além de divulgar a produção artística de Varginha e região para um grande público por meio da internet, o festival recebeu mais de 60 inscrições e selecionou 14 shows virtuais de artistas da cidade e de municípios circunvizinhos no sul de Minas. Cada selecionado receberá um cachê de R$ 2 mil.

Segundo Rosildo Beltrão, idealizador e diretor artístico do festival, a 1ª edição do Vento Sul movimentou uma parcela bem representativa dos artistas e compositores do sul de Minas. Foram mais de 60 grupos inscritos, e juntos dos 14 selecionados certamente dezenas de profissionais estão sendo beneficiados como os cantores e solistas, músicos acompanhantes, produtores, técnicos de estúdio, de som, de luz, de vídeo, além das diversas locações de estúdios de toda região. É muito gratificante ajudar e movimentar a classe artística que há mais de ano teve praticamente todas as atividades interrompidas nesta trágica pandemia que não acaba nunca.

Empolgado com a 1ª edição do Festival, que conta com o apoio cultural da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais, Rosildo conclui: “e vem mais por aí. Em breve, também lançaremos a 1ª edição do Festival Atravessa. Será um pouco diferente e com uma programação mais robusta, com aproximadamente 30 shows e excelentes condições técnica para as apresentações. Com estes dois projetos, beneficiaremos mais de 100 profissionais de toda a região nesse momento tão delicado. É um alento poder dar a nossa parcela de contribuição para que a música não morra.

O QUE MAIS VEM POR AÍ?

Até o dia 15/jun, o Festival Vento Sul terá realizado, ao todo, 14 shows. Já foram oito até aqui, com participação de quase duas mil pessoas, e agora partimos para a segunda metade do evento. Teremos um show por dia (pulando sábado e domingo) até a próxima terça-feira. E, melhor: todos os espetáculos são de artistas do sul de Minas. Rosildo Beltrão, diretor artístico e idealizador do festival, comenta que a escolha por dias úteis foi uma das estratégias do festival. “Nos finais de semana, temos uma grande dispersão de público. Concentrar os shows em dias de semana foi muito certeiro, pois conseguimos maior adesão da plateia e, por consequência, uma visibilidade ainda maior para os artistas”, comenta.

Leonardo Beltrão, da Através – Gestão cultural, comenta a importância não apenas do Vento Sul, mas da Lei Aldir Blanc como um todo. “E parece que vem por aí a Lei Paulo Gustavo também!”, celebra. “Estes mecanismos têm sido importantíssimos para conseguirmos movimentar a cena e continuar gerando oportunidades para artistas, técnicos, estúdios e demais profissionais. A quantidade de inscritos no festival revela que a demanda ainda é muito maior do que as possibilidades que o Estado oferece, né? Temos que continuar batalhando”.

SERVIÇO

Divulgação dos links de exibições  do festival: Instagram (@rbproducoesvga), diretamente pelo linktr.ee/rbproducoes ou nas páginas dos artistas e bandas participantes.
E-mail (canal de dúvidas): [email protected]
Realização: RB Produções & Eventos
Produção: Através – Gestão Cultural
Apoio cultural: Lei Aldir Blanc (Minas Gerais)

# festival vento sul # Nita Rodrigues


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