Festival Vento Sul traz poesia e música com o grupo Melancólicas

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Grupo Melancólicas: Um espetáculo Dodecafona! Canções e poesias autorais no Festival Vento Sul.

Nesta segunda, dia 14 de junho, às 20h, quem se apresenta na 1ª edição do Festival Vento Sul, é o grupo Melancólicas, com um espetáculo Dodecafona! – canções e poesias autorais, com o ator e cantor Tiago Branco e as atrizes e cantoras Rachel Mitidiere e Sabrina Biê.

Três seres enamorados e abandonados, marcam um show em conjunto no Descalço’s bar, será que dará certo!? – Alencar Fernandes, Barbilina a Tisica e Ébria Ventana nesta noite lancinante, nos brindarão com seus poemas, canções e atritos.

Na formação do grupo, Rachel Mitidiere – dramaturgia, direção, interpretação, voz e percussão, Sabrina Biê – composição, interpretação, voz, piano e marimba e Tiago Branco – composição, interpretação, voz e violão.

Como tem acontecido desde o início do projeto, todos os shows do Festival Vento Sul são online e respeitando todos os protocolos de prevenção à pandemia do Covid-19. Para assistir ao espetáculo, basta acessar o perfil da RB Produções no Instagram (@rbproducoesvga) ou seguir diretamente o link do show: https://youtu.be/0jgmBdlgkEU

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A 1ª edição do FESTIVAL VENTO SUL conta com o apoio da Lei Aldir Blanc, no âmbito do estado de Minas Gerais. Os shows já realizados continuam disponíveis ao público, que pode acessá-los a qualquer momento no link, linktr.ee/rbproducoes

O grupo Melancólicas comentou a equipe do Festival Vento Sul que a trupe, sustentada por encontros marcantes e especiais, foi também acometida pelo distanciamento físico, causado pela pandemia. “Tiago, ao final de 2019, retornando para Varginha, sua cidade natal, encontra-se com Raquel e, ambos, na presença de Sabrina, recém chegada à terrinha, compõem uma nova proposta de trabalho: um coletivo de músicos e artistas cênicos, que investigam a cafonice e a melancolia em suas criações”, afirmou os artistas do Melancólicas.

Melancólicas – um espetáculo Dodecafona, é o resultado do encontro de três artistas cênico/musicais que, pouco antes da pandemia, já dialogavam sobre a ideia de um show que unisse a melancolia característica de suas personalidades ao gosto pelo estilo um tanto “cafona”, presentes em suas composições autorais – tanto em canções quanto em poemas.

Com a chegada da quarentena, o estado melancólico desses três aflorou mais, e o instinto criativo também.  As conversas continuaram de forma remota e surgiu o corpo deste espetáculo, porque a alma já existia há mais tempo. Em cena, três personagens: Ébria Ventana, Alencar Fernandes e Barbilina, a tísica, personagens em meio a seus instrumentos, vícios e anseios poéticos apresentados de forma jocosa e curiosa, as canções e poesias de seu repertório autoral, melancólico e cafona.

Os arranjos das canções foram construídos de forma a acompanhar as características dessas personagens, o que trará ao espectador alguma sensação de estranhamento e, por outro lado, reconhecimento também. Eis o paradoxo! Porque há beleza na melancolia e sofisticação na cafonice. Espetáculo inédito!

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO 1º FESTIVAL VENTO SUL

A 1ª edição do FESTIVAL VENTO SUL conta com o apoio da Lei Aldir Blanc, no âmbito do estado de Minas Gerais. Os shows já realizados continuam disponíveis ao público, que pode acessá-los a qualquer momento.

Todos os shows serão às 20h

  1. 27/mai (quinta): Raphael Wagner
    Guitar live show. Solos autorais e a guitarra vai literalmente “cantar”.
  2. 28/mai (sexta): Lorenzo
    “Vem Me Encontrar no Pôr do Sol”, o primeiro show da nova fase de sua carreira.
  3.  31/mai (segunda): Homil Jr.
    Canções cantadas e instrumentais com releituras de famosos e autorais. Participação especial de Geraldo Aureliano no sax.
  4. 1/jun (terça): Raimundo Andrade
    Show autoral “Sol Vermelho”, inédito e direto de uma cozinha caipira no sítio Coleirinho.
  5. 2/jun (quarta): Grilo à Paisana
    Novo show “gRiLo21”, com aquele rock autoral característico e em português quebrando tudo na pandemia.
  6. 3/jun (quinta): Nita Rodrigues
    Releituras acústicas do rock clássico, folk, blues e country.
  7. 4/jun (sexta): Felipe Silveira e Mateus Megda
    Cultura caipira e temas contemporâneos, com viola e percussão harmonizando um fim de tarde na roça.
  8. 7/jun (segunda): Jota JJ
    Show inédito “Sambinha do JJ”, com canções inéditas e releituras de grandes clássicos.
  9. 8/jun (terça): Claudio Joth Power Trio
    Releituras de MPB e Pop Nacional, com a participação de The Fabricio na bateria e Breno Rocha no baixo.
  10. 9/jun (quarta): Alexandre Braga e Celso Faria
    Duo Braga-Faria: reinventando o repertório brasileiro de flauta e violão
  11. 10/jun (quinta): Estephanie Nascimento
    No show “Música de preto”, releituras de Soul, Jazz, RnB, Hip Hop, Rap, Samba e Reggae.
  12. 11/jun (sexta): Roda de Samba Império da Serrinha
    Novo show inédito: “Tributo aos 100 anos de Dona Ivone Lara”.
  13. 14/jun (segunda): Melancólicas (Tiago Branco, Rachel Mitidiere e Sabrina Biê)
    Um espetáculo Dodecafona!, com canções e poesias autorais.
  14. 15/jun (terça): Valentina Mangiapelo
    Show inédito “Bilhetes de amor em ventos de afeto”.
1º Festival Vento Sul

O FESTIVAL

Com o objetivo de movimentar e gerar renda para a cadeia produtiva da música – uma das mais prejudicadas pela pandemia ocasionada pelo Covid-19 -, além de divulgar a produção artística de Varginha e região para um grande público por meio da internet, o festival recebeu mais de 60 inscrições e selecionou 14 shows virtuais de artistas da cidade e de municípios circunvizinhos no sul de Minas. Cada selecionado receberá um cachê de R$ 2 mil.

Segundo Rosildo Beltrão, idealizador e diretor artístico do festival, a 1ª edição do Vento Sul movimentou uma parcela bem representativa dos artistas e compositores do sul de Minas. Foram mais de 60 grupos inscritos, e juntos dos 14 selecionados certamente dezenas de profissionais estão sendo beneficiados como os cantores e solistas, músicos acompanhantes, produtores, técnicos de estúdio, de som, de luz, de vídeo, além das diversas locações de estúdios de toda região. É muito gratificante ajudar e movimentar a classe artística que há mais de ano teve praticamente todas as atividades interrompidas nesta trágica pandemia que não acaba nunca.

Empolgado com a 1ª edição do Festival, que conta com o apoio cultural da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais, Rosildo conclui: “e vem mais por aí. Em breve, também lançaremos a 1ª edição do Festival Atravessa. Será um pouco diferente e com uma programação mais robusta, com aproximadamente 30 shows e excelentes condições técnica para as apresentações. Com estes dois projetos, beneficiaremos mais de 100 profissionais de toda a região nesse momento tão delicado. É um alento poder dar a nossa parcela de contribuição para que a música não morra.

SERVIÇO

Divulgação dos links de exibições  do festival: Instagram (@rbproducoesvga), diretamente pelo linktr.ee/rbproducoes ou nas páginas dos artistas e bandas participantes.
E-mail (canal de dúvidas): [email protected]
Realização: RB Produções & Eventos
Produção: Através – Gestão Cultural
Apoio cultural: Lei Aldir Blanc (Minas Gerais)

# festival vento sul melancólicas


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