Congresso apresenta Carta de Varginha, com informações sobre o caso do ET

Carta de Varginha relata os fatos acontecidos em janeiro de 1996 e pede ao Exército Brasileiro que libera todas as informações sobre o caso do ET.

O I Congresso Internacional sobre o caso ET de Varginha será realizado entre os dias 19 e 22 de junho, no Theatro Municipal de Varginha. O evento contará palestrantes renomados no mundo da ufologia e da participação do cineasta e diretor da Discovery Channel, James Fox. Veja mais informações aqui.

Além das palestras, o congresso preparou uma carta aberta, na qual lista tudo o que se sabe até agora sobre o caso e pede para o Exército Brasileiro liberar todos os arquivos secretos sobre o que aconteceu em janeiro de 1996. A população também pode assinar a carta, pelo site do I Congresso Internacional sobre o caso ET de Varginha.

Veja na íntegra o que a carta diz sobre a aparição dos extraterrestres em Varginha:

  1. No meio de uma noite de janeiro de 1996, um objeto voador não identificado foi observado em processo de queda, com visíveis avarias, nos arredores da cidade de Varginha, em Minas Gerais, colocando de imediato em prontidão o meio militar brasileiro, notadamente a Escola de Sargento das Armas (ESA), no vizinho município de Três Corações e a mais próxima unidade militar do local.
  2. Ocupantes sobreviventes do acidente, em número até o momento conhecido de duas
    entidades biológicas não terrestres, podendo chegar a mais, segundo apontamentos
    dos ufólogos, foram vistos desde o começo da manhã do dia 20 de janeiro de 1996 no
    bairro Jardim Andere, de Varginha, a poucos quilômetros do local presumido da queda,
    por dezenas, senão centenas, de testemunhas que por ali passavam.
  3. A presença das tais criaturas no local ensejou a comunicação do fato à unidade municipal do Corpo de Bombeiros, responsável por tratar deste tipo de ocorrência, que ali compareceu algumas horas depois para proceder à contenção da situação e à captura
    das entidades biológicas não terrestres avistadas pelos moradores e passantes, e logo
    em seguida foi acompanhada de uma tropa do Exército em um caminhão, para ali
    também ser despachada pela ESA.
  4. O deslocamento da referida tropa foi seguido pela colocação nas ruas de Varginha, nas
    horas seguintes e durante os dias 20 e 21 de janeiro, de grande quantidade de caminhões do Exército, todos igualmente da ESA, para procederem ao que se achou devido pelo seu comando quanto à queda da aeronave desconhecida e captura de possíveis outras criaturas ainda à solta, inclusive bloqueando vias de acesso e locais de Varginha, fato notado por centenas de testemunhas, mormente na tarde do referido dia 20 de janeiro, sendo por estas caracterizado como “uma operação de guerra”.
  5. Um dos ocupantes sobreviventes do citado acidente foi de fato apreendido naquela
    manhã do dia 20 de janeiro no Jardim Andere pelo Corpo de Bombeiros, sem oferecer
    resistência e diante de uma significativa plateia de dezenas de pessoas, que assistiram
    e confirmaram o fato aos ufólogos, e foi imediatamente transportada para fora de Varginha, presumivelmente para a ESA, em Três Corações.
  6. A segunda entidade biológica não terrestre ali avistada não pôde ser apreendida, daí
    resultando ter permanecido à solta naquela área da cidade, ensejando a convocação
    de incontáveis unidades adicionais do Exército, do Corpo de Bombeiros municipal e da
    Polícia Militar de Minas Gerais, para procederem, naquele dia 20 de janeiro e no seguinte, à busca daquela e de eventuais outras iguais, levando à intensa movimentação
    por Varginha.
  7. Ao longo do dia 20 de janeiro e do seguinte, pessoas em vários pontos da cidade testemunharam a movimentação das referidas corporações, uma das quais constituída por um veículo Fiat Panorama descaracterizado do serviço de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais, o P-2, dirigido pelo cabo Erick Lopes, tendo ao seu lado o soldado Marco Eli Chereze, ambos igualmente à paisana, que teve sucesso na apreensão da presumida segunda criatura no começo da noite de 20 de janeiro.
  8. A referida entidade biológica não terrestre foi então levada pelos policiais militares, no
    colo de Marco Eli Chereze, ao Hospital Regional do Sul de Minas Gerais, no centro de
    Varginha, colocada em área isolada e atendida por médicos de plantão, sendo tudo isso
    observado por inúmeros indivíduos do Exército, já identificados pelos ufólogos, sempre
    provenientes da ESA, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, que já haviam sido
    informados da captura e estavam em grande número de viaturas no local, identicamente, na sucessão de eventos, chamando a atenção de incontáveis testemunhas, muitas das quais prestaram seus depoimentos.
  9. A intensa movimentação de pessoas no Hospital Regional naquela ocasião, como pacientes, visitantes, funcionários e médicos, permitindo pouca ou nenhuma privacidade
    aos procedimentos de atendimento à segunda entidade biológica não terrestre ali, levou
    à decisão de transferi-la no dia seguinte para o Hospital Humanitas, nas proximidades
    da Rodoviária de Varginha, local mais reservado, onde permaneceu por pouco mais de
    um dia, ali vindo a falecer, quando foi então trasladada por um comboio militar para a
    ESA e posteriormente para Campinas, onde foi entregue à equipe de legistas da Universidade de Campinas (Unicamp) chefiada pelo doutor Fortunato Badan Palhares, a
    partir do que, a exemplo da primeira criatura capturada na manhã do dia 20 de janeiro,
    teve seu paradeiro desconhecido.

Toda esta operação de captura das criaturas teve como resultados, primeiro, uma
robusta “operação de acobertamento” por parte do Exército Brasileiro para que a população
não viesse a saber dos acontecimentos, o que acabou sendo frustrada pela
rápida ação dos ufólogos, e, segundo, a trágica morte do soldado Marco Eli Chereze,
então em pleno gozo de saúde perfeita, que fez a apreensão da segunda criatura sem
qualquer equipamento proteção sugerido ou mesmo fornecido pela Polícia Militar de
Minas Gerais, apenas três semanas após sua ação de captura, em condições dadas
como “absolutamente excepcionais” pelos médicos que o atenderam, tendo como causa
uma inusitada supressão imunológica, que teria anulado sua resistência para debelar
infecções simples, tudo isso em decorrência da captura da tal criatura.

Tendo em vista tudo o que se expôs resumidamente acima, que são os tópicos mais
pontuais do chamado Caso Varginha, restando ainda uma imensa quantidade de detalhes a ser apresentada, o que será feito oportunamente, a referida comunidade brasileira de estudiosos e pesquisadores do Fenômeno UFO vem à presença de V.Exas., durante o I Congresso Internacional sobre o Caso Varginha, e em ações em eventos semelhantes em que se manifestou e se manifestará no Brasil e no exterior, inclusive em redes sociais e meios digitais, requerer expresamente a imediata entrega à sociedade brasileira de todos
os documentos pertinentes a esta sucessão de fatos, principalmente:

1. Informações quanto ao planejamento, execução e resultados das operações de capturas das entidades biológicas não terrestres em Varginha, incluindo as ordens geradas para que os processos fossem colocados em andamento, quem os executou e como.

2. Informações sobre a aeronave acidentada nos arredores de Varginha, suas características, estrutura, composição, funcionamento etc, e qual o destino que teve a peça, ou as peças, se se separaram, e quem os executou e como.

3. Informações individuais de cada uma das entidades biológicas não terrestres apreendidas em Varginha, os resultados dos procedimentos que se realizaram em ambas, como exames externos dos cadáveres, de raios-X, ressonância magnética nuclear, ultrassonografia etc, e finalmente informações sobre o exame interno dos cadáveres, ou necropsia, procedidos tanto no Hospital Regional do Sul de Minas Gerais, quanto no Hospital Humanitas e na Universidade de Campinas (Unicamp), e a informação detalhada de seu transporte de uma para outra instituição e, finalmente seu paradeiro final, com a disponibilização de quem deu e quem executou as ordens, como e porquê.

4. Informações da ação, desde o dia 21 de janeiro de 1996, 24 horas após os fatos, e
durante os dias seguintes, de agentes, médicos e indivíduos da Inteligência dos Estados
Unidos, que se sabe por informação segura obtida pelos ufólogos, que acompanharam
detidamente as ações dos militares brasileiros, supondo-se que tenham sido favorecidos
com a entrega, por indivíduos do Governo Brasileiro, de parte ou partes da desconhecida
aeronave resgatada e de corpo ou corpos já necropsiados pela equipe do citado
doutor Fortunato Badan Palhares.

5. Por fim, informações de possíveis, e prováveis, capturas de outras entidades biológicas
não terrestres naquele mesmo dia 20 de janeiro de 1996 e subsequentes pelas corporações
Exército, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, para que se passe este caso “a
limpo” e estas instituições exerçam sua obrigação de esclarecerem de uma vez os fatos
à sociedade brasileira.

Veja mais sobre o Caso ET de Varginha.

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