Auxílio Emergencial e Bolsa Família chegam ao fim e agora?

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Com o fim do Auxílio Emergencial e do Bolsa Família agora a expectativa fica por conta do novo programa do Governo Federal, o Auxílio Brasil.

Com o fim do Auxílio Emergencial, 22 milhões de brasileiros ficam descobertos pelo auxílio. Nesse domingo (31), o governo federal realizou o último pagamento pelo projeto. Ao todo, foram sete parcelas concedidas em 2021, beneficiando mais de 40 milhões de pessoas. Mediante seu fim, parte dos contemplados se questionam sobre o futuro social do país, tendo em vista também o fim do programa Bolsa Família.

Criado como uma medida para minimizar os impactos do novo coronavírus, o auxílio emergencial parece ter chegado ao fim. O governo federal acaba de encerrar o pagamento de sua última parcela prevista para esse ano, sem anunciar novas possibilidades de prorrogação. Diante disso, cerca de 22 milhões de pessoas ficam sem renda fixa.

Já o Bolsa Família, teve na última sexta-feira (29), mais de 1 milhão de brasileiros que sacaram a última parcela.

Depois de 18 anos, o programa de transferência de renda que já foi considerado modelo no mundo, paga seus últimos beneficiários antes de sair de cena, extinto pela Medida Provisória 1.061, que cria o Auxílio Brasil.

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Oficialmente, o Bolsa Família só termina nesta semana, quando a lei que o criou será revogada. E ainda pode voltar – caso o Congresso deixe caducar ou altere MP. Mas, pelo menos por enquanto, é o fim.

O governo promete começar a pagar o Auxílio Brasil já em novembro. Mas, na última quinta-feira, anunciou mudanças no valor: depois de prometer um valor mínimo de R$ 400 aos beneficiários, vai deixar esse valor para dezembro. Para o próximo mês, fica valendo apenas o reajuste de 20%.

O programa que substitui o Bolsa Família (Auxílio Brasil) foi anunciado no mês de outubro pelo governo federal. A apresentação ficou por conta do ministro da Cidadania, João Roma. Segundo ele, o programa de transferência de renda começará em novembro de 2021.

Auxílio emergencial pode ser renovado?

Haviam expectativas de que o programa fosse mantido. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a concessão do Auxílio Brasil que será iniciado no dia 17 de novembro, o novo projeto deverá substituir o pagamento atual.

É válido ressaltar que a liberação do Auxílio Brasil não incluirá todos os segurados do benefício emergencial. Aqueles que são vinculados ao Bolsa Família deverão permanecer na folha de pagamentos, mas autônomos e desempregados ficarão de fora dos repasses.

O que muda com o fim do Bolsa Família

Com o fim do Bolsa Família, algumas mudanças ocorrerão. A primeira é a de que mais pessoas farão parte do novo programa de transferência de renda. Segundo o governo, além das pessoas que já faziam parte do Bolsa Família, mais 5 milhões de indivíduos devem fazer parte do Auxílio Brasil graças ao Cadastro Único.

Além disso, vale apontar que os valores de repasses também serão modificados. No Bolsa Família, os pagamentos eram em média de R$ 189. Agora, om o Auxílio Brasil, os depósitos serão de cerca de R$ 400. No entanto, no mês de novembro de 2021, o governo anunciou que serão pagos R$ 220.

Os requisitos compõem outra diferença entre o Auxílio Brasil e o Bolsa Família. Enquanto o Bolsa Família exige que o interessado se registre no programa e exige que a pessoa tenha rendas específicas, o Auxílio Brasil possui inscrição automática. No entanto, é exigido que a pessoa seja registrada no Cadastro Único (CadÚnico).

Quem terá direito ao Auxílio Brasil?

  • Ter renda familiar per capita de até R$ 89; ou
  • Ter renda familiar per capita de até R$ 178 (no caso de famílias que tenham em sua composição gestantes, nutrizes, crianças e/ou adolescentes até 17 anos);
  • Estar inscrito no CadÚnico;
  • Estar com dados atualizados no CadÚnico há, pelo menos, dois anos.

Como se registrar no CadÚnico

Para fazer parte do Auxílio Brasil, o beneficiário precisa ser inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). O registro deve ser feito no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do seu município. É preciso que o responsável leve seu CPF ou Título de Eleitor. Também é exigido um documento para cada familiar. No caso, pode ser:

  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento (caso seja casado civilmente);
  • Carteira de Trabalho;
  • Título de Eleitor;
  • Registro Administrativo de Nascimento Indígena (origem indígena).

É possível verificar sua situação por meio do site do Cadastro Único.

Calendário de saque do auxílio emergencial

Enquanto o governo se organiza para iniciar o pagamento de seu novo projeto, a Caixa Econômica fará as convocações para o saque da última parcela do benefício, seguindo o calendário abaixo:

  • Nascidos em janeiro – 1º de novembro
  • Nascidos em fevereiro – 3 de novembro
  • Nascidos em março – 4 de novembro
  • Nascidos em abril – 5 de novembro
  • Nascidos em maio – 9 de novembro
  • Nascidos em junho – 10 de novembro
  • Nascidos em julho – 11 de novembro
  • Nascidos em agosto – 12 de novembro
  • Nascidos em setembro – 16 de novembro
  • Nascidos em outubro – 17 de novembro
  • Nascidos em novembro – 18 de novembro
  • Nascidos em dezembro – 19 de novembro

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br

# fim do auxílio emergencial e do bolsa família | Com informações dos sites G1 e fdr


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