Greve dos transportadores de combustível segue por tempo indeterminado

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Minas Gerais tem aproximadamente 3.000 transportadores de combustível, mas não há informação sobre quantos deles ficarão parados nos próximos dias. 

A paralisação dos transportadores de combustível, iniciada nesta terça-feira, 7, segue por tempo indeterminado e gera um cenário de incertezas sobre o abastecimento dos postos. Por enquanto a situação não é de corrida aos postos e filas de carros, como aconteceu em outras greves da categoria.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG), Irani Gomes, mesmo a paralisação da categoria por tempo indeterminado, o profissional que quiser fazer o transporte a partir é livre para isso.

Minas Gerais tem aproximadamente 3.000 transportadores de combustível, mas não há informação sobre quantos deles ficarão parados nos próximos dias. 

Segundo reportagem do jornal O Tempo, os postos de gasolina foram informados que a paralisação durou apenas um dia e que os caminhões-tanque poderiam entrar na Refinaria Gabriel Passos, em Betim, para manter o abastecimento normalizado.

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Em Varginha houve uma carreata com percorreu as ruas da cidade no feriado de 7 de setembro.

Paralisação

A paralisação da categoria retoma a antiga pauta que solicita ao governo estadual uma redução no percentual de ICMS recolhido do litro do diesel. 

“Hoje, temos um ICMS que incide sobre os preços dos combustíveis. O óleo diesel, por exemplo, é um dos mais caros do país. Da região Sudeste, Minas tem o ICMS mais caro”, avaliou Gomes.

O governo de Minas afirmou que está ciente da paralisação e atento às demandas de todas as categorias. Disse ainda que as alíquotas do ICMS dos combustíveis no Estado não passaram por alterações recentemente – a gasolina subiu de 29% para 31% em janeiro de 2018, o etanol de 14% para 16% em janeiro de 2018, enquanto o diesel, de 12% para 15% em janeiro de 2012.

“É importante deixar claro que os últimos reajustes nos valores dos combustíveis não se devem ao ICMS cobrado pelo Estado, mas sim à política de preços adotada pela Petrobras”, afirmou o governo de Minas.

Com informações O Tempo.

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