Líderes sindicais se reúnem com o Governo de Minas para debater reajuste das forças de segurança

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Desde o início das manifestações as forças de segurança continuam a manter os serviços essenciais.

Líderes sindicais representantes das forças de segurança de Minas Gerais se reúnem com a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto, para debater o cumprimento do reajuste firmado em 2019. O governador Romeu Zema (Novo) anunciar reajuste de 10,06% a todo o funcionalismo público, mas a categoria não abre mão do acordo firmado em 2019, que tratava da recomposição salarial das perdas inflacionárias em três parcelas – uma de 13% e duas de 12%.

Até o fechamento desta matéria a reunião, que começou às 10h na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, ainda não tinha terminado.

Paralelamente, há movimentação para arquitetar uma grande manifestação na próxima quarta-feira, 9 de março. A ideia é utilizar o protesto como uma espécie de resposta ao poder Executivo caso não haja avanços na negociação.

A expectativa é que a reunião sirva para começar a aparar as arestas entre as partes.

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“Se ela [Luísa Barreto] vier credenciada a negociar, para nós, é excelente. Mas, se ela vier somente para escutar e falar aquilo que estamos cansados de ouvir – que o governo não tem dinheiro, que o governo é ‘isso ou aquilo’ – vamos entrar mudos e sair calados”, disse em entrevista ao Estado de Minas, o sargento Marco Antônio Bahia. Ele é presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra-MG).

Na última sexta (25), as lideranças não descartavam a possibilidade de aquartelamento militar, mas depois, quando o governo convidou as lideranças para conversar, as tropas foram orientadas a esperar.

Desde o início da paralisação, os manifestantes mantém a prestação dos serviços essenciais. As forças atuam conforme o estrito dever legal, mas atividades como a utilização de celulares pessoais para a manutenção de grupos corporativos de WhatsApp, têm sido desestimuladas. Prova disso é que houve debandada nos fóruns de conversa da Polícia Militar e, também, nos chats com moradores de áreas onde há patrulha comunitária.

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