Morgan Freeman e mascotes marcam abertura da Copa do Mundo do Catar

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O primeiro jogo da Copa do Mundo do Catar foi entre Catar e Equador, este último venceu por 2×0.

A cerimônia de abertura da Copa do Mundo do Catar durou 30 minutos e contou com projeções, show pirotécnico, além das participações do ator Morgan Freeman e do influencer catari Ghanim Al Muftah. Os discursos, em meio às duras críticas sobre o desrespeito aos direitos humanos no Catar, foram em tom de incentivo à diversidade e inclusão.

A festa começou com a apresentação do Emir do Catar, Tamim bin Hamad, ao lado do presidente da Fifa, Gianni Infantino. Em seguida, o campeão da Copa de 1998, Marcel Desailly – zagueiro da França – apareceu em campo carregando a taça do Mundial.

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Após a contagem regressiva, exibiu-se um vídeo com imagens do Catar e de um tubarão baleia, “nadando” em direção ao estádio, sob a narração de Morgan Freeman.

Morgan Freeman, antes apenas na narração em áudio, apareceu ao centro do campo. Ao lado do ator americano, entrou também o influencer catari Ghanim Al Muftah, que tem síndrome de regressão caudal – uma má formação rara que interfere no desenvolvimento das extremidades inferiores.

Após um diálogo sobre inclusão, Freeman e Ghanim saem de cena para a entrada de 100 artistas com bastões de led, que interagiram com as projeções no campo, ao som dos “cantos da nação”. Em seguida, as 32 bandeiras e camisas das seleções foram mostradas no gramado, ao redor do símbolo desta Copa.

Em meio às músicas, chegaram ao campo também os mascotes de Copas que se passaram – entre eles o Fuleco, do Brasil. O último a aparecer foi mascote para desta edição, do Catar: La’eeb. Ele tem o formato dos tradicionais lenços árabes e seu nome significa “jogador super habilidoso”.

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No palco, foi a vez das atrações musicais. Apresentaram-se com a música “The Dreamers” o cantor Jung Kook, da banda sul-coreana de K-Pop BTS, e o cantor catari Fahad Al Kubaisi – embaixador oficial desta Copa. Ao fim da apresentação, Morgan Freeman voltou ao centro do campo para discursar.

No último ato da cerimônia, o Emir Tamim bin Hamad al-Thani apareceu em cena mais uma vez para fazer o discurso de abertura.

Em meio às críticas ao país, as palavras do homem forte do Catar tangenciaram questões de direitos humanos. Desde que foi escolhido como sede para 2022, há desaprovações de outras seleções e federações sobre a condução do Catar sobre questões como respeito às mulheres, pessoas LGBTQIA+ e migrantes que trabalharam para o evento.

A cerimônia terminou com uma última entrada do mascote La’eeb, que começou como uma projeção e terminou sobrevoando o estádio, logo antes de um show pirotécnico e o acender das luzes no Al Bayt.

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