Goleiro Bruno continuará preso em regime fechado em Varginha

Em audiência na tarde desta quarta-feira (19), foi decidido que Bruno continuará preso em regime fechado em Varginha.

Os Desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em Belo Horizonte, acabam de decidir que o goleiro Bruno vai continuar preso em Varginha.

De acordo com o relator do processo, não foi possível analisar o mérito, porque a defesa não teria apresentado as peças do processo, como o procedimento administrativo disciplinar.

O tribunal explicou que a decisão do juiz que determinou falta grave se refere ao uso de aparelho celular para contato com pessoas desconhecidas e em horários não autorizados.

Além disso, ele também foi punido por conceder entrevista à imprensa sem autorização. A possibilidade de progredir para o regime semiaberto também foi anulada pelo tribunal.

O julgamento aconteceu nesta quarta-feira (19) no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o agravo impetrado pela defesa de Bruno Fernandes foi para anular a condenação do goleiro por falta grave.

O goleiro foi flagrano no ano passado, quando cumpria pena no regime semiaberto em companhia de duas mulheres em um bar, em Varginha, durante o horário de trabalho na APAC (Associação de Proteção e Amparo ao Condenado), onde ele possuia permissão do poder judiciário para trabalhar nas obras de construção da unidade.

O Goleiro cumpre pena de 20 anos de prisão em regime fechado, no presídio de Varginha, pela morte de Eliza Samúdio e por sequestro e cárcere privado de seu filho, Bruno Samúdio de Souza, o Bruninho.

Em outubro do ano passado, foi divulgado um vídeo, por uma emissora de TV mostrando Bruno no bar em companhia das mulheres e próximo à ele uma lata de cerveja sobre a mesa. De acordo com o processo, Bruno teria usado o celular de um fucnionário da APAC para se comunicar com uma das mulheres.

A secretária de Administração Prisional (SEAP), esclareceu na época, que presos com permissão judicial para o trabalho não necessita de escolta de agentes penitenciários.

A 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha considerou que Bruno cometeu uma falta grave e determinou que ele permanecesse em regime fechado.

A advogada de Bruno, Mariana Migliorini, entrou com o agravo para anular essa condenação.

O caso será julgado em audiência, nesta quarta-feira (19) às 13:30, na 4ª Câmara Criminal do TJMG, em Belo Horizonte.

O Goleiro Bruno ficou 3 meses no regime semiaberto, período em que jogou no Boa Esporte Clube de Varginha.

Devido a falta grave, Bruno ficou impedido de ser beneficiado pela progressão de regime. O Boa Esporte suspendeu o contrato do goleiro e seu salário foi suspenso.

Fonte: Sites: O Tempo / G1

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2 COMENTÁRIOS

  1. Ele nem podia estar preso, essas Maria chuteiras infernizam a vida deles, ainda engravidam porque a pensão é altíssima, para ficarem no bem bom, são tipo de mulheres vulgares, e os pais nem fazem idéia do que elas fazem e quando acontece algo aí vão com cartazes, queremos justiça, infelizmente hoje em dia algumas mulheres estão muito vulgares, perderam o respeito por elas, vão estudar para ser uma mulher bem sucedida.

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