Por causa da greve dos caminhoneiros, funcionários de postos foram flagrados trocando a placa com o valor do combustível.
Na tarde desta quarta-feira, 8, caminhoneiros autônomos iniciaram manifestações no trevo da Wallita, que dá acesso à Fernão Dias. Os manifestantes impediram a passagem de caminhões de carga em geral, exceto carga viva, remédios, alimentos perecíveis, que passaram normalmente.
De acordo com informações, o abastecimento na refinaria de Paulínia (interior de São Paulo) estava normal. O problema seria entrar em Varginha. Alguns motoristas desviaram o caminho, usando a entrada da Flora.
A greve provocou um reflexo imediato na cidade: filas em todos os postos de combustíveis da cidade e funcionários trocando placas, aumentando o valor dos combustíveis.
Nenhuma associação ou entidade de caminhoneiros aderiu formalmente à paralisação até o momento. De acordo com Francisco Biazotto, da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), “o movimento não partiu dos sindicatos de caminhoneiros, nem associações. É um movimento isolado, nossa confederação em Brasília não foi convidada”.
Com a falta de um comando oficial da greve, é difícil prever quanto tempo o movimento durará e se realmente vai ser suficiente para conquista das demandas dos caminhoneiros.
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