Já faltam máscaras no mercado da região pelo medo do coronavírus

máscaras

Os comerciantes da região relatam falta de máscaras no mercado e aumento no preço dos artigos que ainda estão à venda

Por conta do medo do coronavírus por conta do aumento diário no número de casos suspeitos no Sul de Minas tem criado uma corrida pelas farmácias da região. Além do álcool em gel, as pessoas acreditam também precisar de máscaras para se prevenir do vírus. A procura tem feito os produtos até mesmo não serem mais encontrados. O preço dos artigos ainda disponíveis tem subido consideravelmente.

Em relação à máscara, o modelo considerado ideal para a prevenção do coronavírus é o N95. Entretanto, este produto é o que sofreu mais falta no mercado o que fez a população procurar por máscaras alternativas, utilizadas, por exemplo, para segurança no trabalho.

Todos os tipos de máscara estão em falta e já estiveram ainda mais em falta. A tendência agora é uma normalidade deste produto. [O preço que era] por volta de R$ 10 a no máximo de R$ 20 o preço da caixa, hoje, para compra, seria R$ 100”, disse a farmacêutica Claudineia Fraga.

Com a falta de máscaras em farmácias, a saída dos consumidores tem sido buscar produtos alternativos, em lojas de segurança no trabalho. Entretanto, até mesmo este tipo de artigo está com preço alterado e/ou em falta.

A gente vendia ela aqui na faixa de R$ 1,40 [a unidade]. Hoje nosso estoque está baixo e estamos conseguindo vender a R$ 2. Quando acabar o nosso estoque, o fornecedor está pedindo 180 dias o prazo de entrega. E o preço de venda dela, para a gente comprar do fornecedor para revender, é vai girar em torno de R$ 3”, relatou o vendedor Evandro Júnior Vasconcelos.

Aumento no preço do álcool e aviso do Procon

Outro produto procurado para se prevenir do coronavírus é o álcool em gel. O artigo que era vendido, antes da aparição dos casos suspeitos, por R$ 7 já é comercializado por R$ 14,99. Com a falta para compra de fornecedores, o valor irá subir ainda mais.

Está abaixando o estoque. Conseguimos comprar de outro fornecedor, porém com valor mais alto também. Já veio para comprar mais caro e vou ter que repassar o valor mais alto. Vai chegar [para vender] em torno de R$ 20”, afirmou Régis Ramos, que é gerente de uma farmácia.

Com a falta de máscaras e álcool em gel no mercado, o Procon diz estar ciente do aumento dos produtos no mercado. Segundo o órgão, dependendo do caso, o reajuste pode ser considerado abusivo e as pessoas podem denunciar.

Qualquer fornecedor que aumente de forma injustificada ou valendo de uma situação de calamidade o preço dos produtos sem justificativa está sujeito às sansões do procon”, relatou Fernanda Soares, assessora jurídica do Procon.

Com informações do site G1 Sul de Minas

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