Academia Varginhense de Letras dá posse à nova Diretoria

A Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências elege e dá posse à Diretoria do Biênio 2019 – 2020

Na noite da última segunda-feira (03/12), os acadêmicos membros efetivos da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências (AVLAC) elegeram a Diretoria do Biênio 2019-2020.

A nova diretoria tomou posse em ato contínuo à proclamação do resultado da eleição. O escritor, historiador, psicólogo e pedagogo José Roberto Sales foi reeleito presidente. A diretoria é composta também por Cláudio Henrique Martins (vice-presidente), Vânia Vinhas Cardoso (Secretário-Geral), Moacyr Vallim Filho (Primeiro-Secretário), Lygia Di Lorenzo Oliveira (Segundo-Secretário), Tadeu Pinto Mendes (Tesoureiro) e Luiz Henrique de Souza Pinto, Marco Antonio Sales e Wanderson Vitor Boareto (membros do Conselho Fiscal).

É o quinto mandato em que Sales está à frente da coordenação da Academia. Sob gestão dele e com a contribuição dos demais acadêmicos, têm promovido atividades culturais variadas, dentre elas, a realização da Exposição Oneyda Alvarenga com montagens em vários municípios da região, além de Varginha(Alfenas, Campanha e Poços de Caldas).

Realiza ainda palestras sobre literatura e história de Varginha para alunos do ensino fundamental e médio das escolas públicas municipais e estaduais, montagem de peças de teatro em parceria com escolas públicas. Faz denúncia pública de danosa os bens patrimoniais culturais do município como no caso da danificação da liteira pertencente à família de Matheus Tavares da Silva, exposta no Museu Municipal, Manifesto Público de repúdio sobre o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, sugestões de recolocação de bens culturais para sua melhor adequação ao cenário cultural edificado e exposição ao público como o traslado da locomotiva do Parque Zoobotânico Municipal para os trilhos em frente à Estação Ferroviária, dentre outros.

Além disso, a Academia também se preocupa com o meio ambiente e com a ecologia. No final do ano passado e neste ano, os acadêmicos plantaram cerca de 600 mudas de árvores nativas no Parque São Francisco e em praças da cidade. A Academia foi declarada de utilidade pública municipal (1964) e estadual (1965). As reuniões acontecem uma vez ao mês na Sala da Torre da antiga Estação Ferroviária,localizada na Praça Matheus Tavares.


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