De acordo com a prefeitura, alguns estabelecimentos têm funcionado de forma irregular, fora dos padrões determinados no decreto que permitiu a reabertura do comércio de Varginha.
A Prefeitura de Varginha tem recebido denúncias sobre funcionamento irregular do comércio na cidade. Os estabelecimentos estariam operando fora dos padrões estabelecidos no decreto municipal que permitiu a reabertura dos locais. Por conta disso, a administração municipal promete intensificar as fiscalizações.
As ações serão fiscalizadas pela prefeitura e também pela Guarda Civil, para flagrar as possíveis irregularidades que estão sendo denunciadas. Nos últimos dias, flagrantes de aglomeração de pessoas com música alta e bebidas alcoólicas também ocorreram, o que também fez as atenções da administração municipal ficarem voltadas a este tipo de ato.
Questionadas pela reportagem, prefeitura e Guarda Civil não revelaram o número de denúncias que foram feitas, mas destacaram que a quantidade tem aumentado nos últimos dias.
Regras para o funcionamento
Conforme decreto publicado em abril que autorizou a reabertura no dia 20 daquele mês, para que possam abrir as portas, os estabelecimentos comerciais devem seguir série de normas de higiene e controle de público. Em relação à higiene, é necessário fornecer máscaras e álcool em gel (ou álcool líquido 70%) ou água corrente e sabão para todos os funcionários ou terceirizados.
Além disso, é necessário disponibilizar álcool em gel ou álcool líquido 70% ou água corrente e sabão para todos os clientes e demais pessoas que acessarem as lojas, fábricas, guichês, caixas ou demais setores do estabelecimento.
É preciso também controlar o acesso ao estabelecimento e seguir normas de distanciamento entre as pessoas. Nas filas, por exemplo, o distanciamento entre as pessoas deverá ser de dois metros. Está proibido o atendimento para pessoas que estiverem sem máscaras.
Ainda em relação ao controle de acesso, cada pessoas que for ao estabelecimento deve, preferencialmente, ter a temperatura testada por meio de aparelho sem contato. O decreto recomenda que pessoas que apresentarem febre não sejam atendidas.
Os estabelecimentos têm a obrigatoriedade de fixação de cartazes nas portas das lojas para informar o número de pessoas que poderão acessar o estabelecimento. Também é preciso realizar escala de trabalho para funcionários para diminuir o fluxo de pessoas.
Com informações do site G1 Sul de Minas
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