Varginha tem risco médio de infestação do Aedes Aegypti

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Os recipientes mais comuns com foco do Aedes Aegypti foram baldes, pratos de plantas, tambores, caixas d´água e pneus.

Primeiro Levantamento de Índice Rápido – LIRAa do ano apontou médio risco de infestação do Aedes Aegypti para Varginha. Os dados foram colhidos nos dias 10, 11 e 12 de janeiro.

No total geral foram encontrados 120 focos do Aedes Aegypti, 03 mosquitos Aedes Albopictus, sendo que os focos foram nos bairros Cruzeiro do Sul, São Sebastião, Vila Murad, Carvalhos e Bom Pastor.

Os recipientes mais comuns em possuírem focos foram baldes, pratos de plantas, tambores, caixas d´água e pneus.

Vale lembrar que nos imóveis visitados pelo Agente de Combate às Endemias, além do tratamento e eliminação dos focos, são recolhidos exemplares das larvas encontradas, que segue junto a formulário próprio contendo endereço, tipo de depósito e quantidade de larvas sendo encaminhadas ao laboratório do setor onde se faz a contagem e a identificação das mesmas.

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“Em Varginha, o Setor de Vigilância Ambiental, em conjunto com outras Secretarias do Município, vem realizando diversas ações tais como o Mutirão de Limpeza, colocação de tampas em caixas d’ água em residências abandonadas ou de pessoas carentes e intensificando vistorias nos bairros com maiores números de focos encontrados no LIRAa entre outros”, explica José Donizete de Souza, encarregado do Setor de Vigilância Ambiental.

Secretaria Estadual de Saúde alerta sobre os cuidados no combate ao Aedes aegypti

Com o início do verão e da temporada de chuvas, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) alerta sobre a importância da tomada de ações para prevenir e combater o mosquito Aedes aegypti. O inseto é o transmissor dos vírus da dengue, da zika e da chikungunya e é preciso eliminá-lo para o controle de casos dessas doenças. Nesse contexto, a participação de todos é fundamental para que se atinja o objetivo.

A população ajuda no combate ao mosquito ao eliminar os pontos “clássicos” de retenção de água das chuvas nos domicílios, tais como ralos, calhas, vasos de plantas e pneus. Mas também é essencial que sejam verificados os demais recipientes, como os vasilhames que servem de bebedouro aos animais de estimação, como cães e gatos, por exemplo.

A orientação é reforçada pela coordenadora estadual de Vigilância das Arboviroses da SES-MG, Danielle Capistrano. “As pessoas pensam que bastaria trocar a água desses recipientes, mas isso não é suficiente. É preciso lavar com água e sabão. A fêmea do mosquito deposita seus ovos na parede desses vasilhames, que aderem naquela superfície. Com a água colocada ali, esses ovos podem eclodir e termos o início do ciclo até a fase do mosquito adulto”, informa.

De acordo com a coordenadora, o ideal é que os recipientes sejam lavados com bucha e sabão, visando a remoção completa dos ovos do mosquito. “Considerando que o ciclo tem uma duração média de sete dias, recomenda-se que seja feita a limpeza com frequência. Quando temos temperaturas mais altas, pode ocorrer a aceleração do ciclo, situação em que seria recomendável a higienização por, pelo menos, duas vezes na semana”, explica.


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