A decisão aconteceu depois que Bruno foi flagrado em um encontro com mulheres em Varginha.
A direção do presídio de Varginha comunicou à Vara de Execução da comarca que suspendeu a autorização para o trabalho de Bruno Fernandes. O ex-goleiro foi flagrado nesta quinta-feira, 18, em um encontro com mulheres ao invés de executar trabalhos em uma obra da Apac.
Nesta sexta-feira, a secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que Bruno, que cumpre pena em regime fechado no Presídio de Varginha, tinha permissão para trabalho concedida pelo Poder Judiciário. Ele trabalhava nas obras da Apac da cidade.
A Seap explicou ainda que os presos com autorização para trabalhar não necessitam de escolta de agentes de segurança penitenciários. De acordo com a secretaria, Bruno saía às 7h e retornava às 18h, de segunda a sexta-feira, em transporte fornecido pela Apac.
O caso Bruno
Ele ficou preso, primeiro de forma preventiva e depois condenado a 22 anos e três meses por assassinato, ocultação do cadáver e sequestro do filho que teve com a vítima, Bruninho.
Em fevereiro de 2017, ele foi colocado em liberdade pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, mas a decisão foi revogada no Supremo dois meses depois.
Em setembro de 2017 a pena foi reduzida para 20 anos e nove meses.
Com informações do Estado de Minas.
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