Polícia Civil identificou 22 mortos na operação policial de domingo, em Varginha

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Dos corpos identificados pela Polícia Civil, 11 são de Minas Gerais.

A Polícia Civil informou que identificou 22 dos 26 mortos na operação policial que desmantelou uma quadrilha especializada em crime do chamado “cangaço novo” domingo, 31 de outubro, em Varginha.

Dos corpos já identificados, 11 são de mineiros da região do Triângulo, sendo sete deles de Uberlândia e quatro de Uberaba.

Confira a lista:

Artur Fernando Ferreira Rodrigues, 27 anos, Uberaba (MG) – liberado;

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Daniel Antonio de Freitas Oliveira, 36 anos, Uberlândia (MG);

Darlan Ribeiro dos Santos, 41 anos, Goiânia (GO);

Dirceu Martins Netto, 24 anos, Rio Verde (GO) – liberado;

Eduardo Pereira Alves, 42 anos, Brasília (DF) – liberado;

Evando José Pimenta Junior, 37 anos, Uberlândia (MG)- liberado;

Francinaldo Araújo da Silva, 44 anos, Eugênio Barros (MA);

Gerônimo da Silva Sousa Filho, 28 anos, Porto Velho (RO) – liberado;

Gilberto de Jesus Dias, 29 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

Giuliano Silva Lopes, 32 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

Gleisson Fernando da Silva Morais, 36 anos, Uberaba (MG) – liberado;

Isaque Xavier Ribeiro, 37 anos, Gama (DF);

Itallo Dias Alves, 25 anos, Uberaba (MG) – liberado;

José Filho de Jesus Silva Nepomuceno, 37 anos, Caxias (MA) – liberado;

José Rodrigo Dama Alves, 33 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

Julio Cesar de Lira, 36 anos, Santos (SP) – liberado;

Nunis Azevedo Nascimento, 33 anos, Novo Aripuanã (AM) – liberado;

Raphael Gonzaga Silva, 27 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

Ricardo Gomes de Freitas, 34 anos, Uberlândia (MG) – liberado;

Romerito Araujo Martins, 35 anos, Goiânia (GO);

Thalles Augusto Silva, 32 anos, Uberaba (MG) – liberado;

Zaqueu Xavier Ribeiro, 40 anos, Goiânia (GO).

Levantamentos

Além da identificação dos mortos na operação, a PC também atua na investigação da “vida pregressa” dos integrantes da quadrilha.

Os possíveis crimes já cometidos pelos suspeitos e suas circunstâncias serão apurados pela instituição, visando “possíveis correlações com outros eventos”.

Ação sob investigação

A investigação da ação segue em segredo de justiça. Será instaurado um Procedimento Investigatório Criminal (PIC)  para acompanhar a ação das polícias militar e rodoviária federal.

O Ministério Público informou que o acompanhamento está a cargo da promotora de Justiça de Varginha, Eliane Claro; do procurador André Ubaldino; da promotora Paula Ayres Lima, coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Central.

Também integram o acompanhamento o promotor Francisco Ângelo Silva Assis, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos e Apoio Comunitário (CAODH) e do promotor Igor Serrano Silva, coordenador do Gaeco Regional de Varginha.


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