Prefeitura divulga nota contestando reivindicações dos médicos do SUS

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Foto: Varginha Digital

A nota da Prefeitura de Varginha foi divulgada na tarde desta quarta-feira, 22.

A Prefeitura de Varginha divulgou nesta quarta-feira, 22, nota contestando a informações dos médicos credenciados do SUS em Varginha sobre as condições de trabalho da categoria.

Confira a nota na íntegra.

“A Prefeitura de Varginha, através da Secretaria Municipal de Saúde, em respeito à população, em especial aos cidadãos que demandam os serviços de saúde, sente-se no dever de vir a público contestar as declarações do SINDMED-MG, sindicato que representa os médicos servidores municipais.

Não é verdade que o Prefeito tenha, em algum momento, faltado com o respeito com a laboriosa categoria dos médicos que prestam serviços ao Município, não servindo tal inverdade como pretexto para paralisações.

O que precisa ser dito é que os médicos da rede municipal têm sido cobrados para que cumpram sua jornada de trabalho, exigindo que registrem os horários de entrada e saída no “registro de ponto”, como fazem todos os demais servidores municipais, exigência perfeitamente legal e atualmente fiscalizada pelo Ministério Público.

Tal exigência tem incomodado alguns médicos, causando-lhes insatisfação que os leva a mobilizar o respectivo sindicato, parecendo desconhecerem que na administração pública prevalecem, entre outros, os princípios da legalidade, da isonomia e, acima de tudo, da supremacia do interesse público.

Não procedem as declarações do SINDMED-MG que os médicos municipais trabalham sob péssimas condições de trabalho, sofrem com a defasagem da remuneração, falta de equipamentos, de salas e de insumos necessários ao atendimento dos pacientes.

Até a presente data, todos os seus direitos têm sido respeitados, possuem plano de carreira e seus salários são pagos pontualmente no último dia útil do mês a que se referem.

O Município tem investido em saúde mais do dobro do percentual mínimo exigido pela Constituição, construindo novas e modernas unidades de saúde, reformando as existentes, garantindo o regular funcionamento do Hospital Bom Pastor e da UPA, adquirindo equipamentos e veículos, e mantendo regular estoque de medicamentos.

Tudo isso, mesmo depois de ter suas receitas confiscadas, arbitrária e ilegalmente pelo Governo do Estado, nos anos de 2017 e 2018, comprometendo gravemente o orçamento municipal.

Portanto, as declarações levadas à imprensa pelo Sindicato (SINDMED-MG), a que estão filiados médicos da rede municipal desta cidade, são injustas e não correspondem à verdade dos fatos.

Veja aqui as reivindicações dos médicos aqui:

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